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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Oposição vence eleição do CAAD na UFSC

A chapa de oposição, Renovação, venceu na noite de ontem a eleição do Centro Acadêmico de Administração da UFSC. 

A eleição teve 270 votos, dobrando os votos da eleição passada. A chapa da situação, Decisão, obteve 136 votos e a chapa de oposição, Renovação, 139 votos, brancos e nulos somaram 46.

O recado nas urnas foi claro, a administração quer mudança. A eleição da chapa renovação significou uma grande vitória para o movimento estudantil da universidade, colocando mais um CA na luta pela educação pública, gratuita e de qualidade.

Estaremos juntos construindo um movimento estudantil autônomo, democrático e de luta!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Um contraponto no curso de administração da federal

O Coletivo nacional de movimento estudantil - CONTRAPONTO convida a todos e todas estudantes do curso de administração da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) levantarem sua voz e construírem junto a chapa de oposição, RENOVAÇÃO, um Centro Acadêmico autônomo, democrático e de luta!

Depois de anos de gestões engessadas, e em consequência  um movimento estudantil com baixa participação e fragmentado, a chapa Renovação vem como alternativa de mudança a esta forma de conceber e praticar o movimento estudantil.

Venha conosco fazer um contraponto e organizar um centro acadêmico de luta, participativo e que organize e fortaleça a entidade em defesa dos direitos dos estudantes.

A eleição ocorrerá dia 11 de dezembro, vote chapa 2!

Conheça as propostas da chapa Renovação http://www.renovacaocaad.blogspot.com.br/ e curta a página http://www.facebook.com/renovacaocaad?ref=ts&fref=ts


sexta-feira, 30 de março de 2012

Na Mídia: O Cavalo de Troia da Prefeitura


Não é preciso ser engenheiro rodoviário para saber que a duplicação dos 900 metros da Rua Deputado Antônio Edu Vieira não vai resolver o caos do trânsito fabricado pela Prefeitura da Capital.

A Prefeitura está enganando a população e parte da mídia embarcou nos delírios do secretário de “(i)Mobilidade”, cujo projeto tem apenas um “mérito”: represar, em fila dupla, o trânsito que vem da Beira-Mar até o trevo da Eletrosul. É como um rio que encontra logo adiante uma barragem!

A candidatura agasalhada pelo PSDB, na tentativa de despistar a sua histórica e visível incompetência, engendra o maior patrimônio público de Santa Catarina, a UFSC, em bode expiatório. A Universidade jamais afiançou que não iria doar o terreno. No seu direito, e cumprindo rigorosamente a sua responsabilidade social, a UFSC defendeu o aperfeiçoamento de uma proposta caducada e jubilada, que, além de inócua, não leva em conta as necessidades e a vida da comunidade diretamente afetada pela manobra. O bom senso aproxima o reitor que está saindo e a reitora que assume em 10 de maio.

A Prefeitura de Florianópolis é conhecida nacionalmente pelas suas “realizações” apressadas e mal-assombradas. Elitista e autoritária, costuma patrolar a opinião e a vontade das comunidades locais e indefesas. No caso da Rua Antônio Edu Vieira, oferece à população e à Universidade um Cavalo de Troia.  O projeto prende, em cárcere privado, os moradores e a comunidade universitária.

Seguro morreu de velho. Está certo o Conselho Universitário da UFSC ao negar um cheque em branco ao candidato a candidato a prefeito. O projeto não garante coisa alguma. A Prefeitura, pobre de espírito público e escassa de recursos, desconsidera os impactos sociais e ambientais no entorno da Universidade. Os canteiros, as calçadas, as ciclovias e as revitalizações não passam de engodo, processo de campanha. Já são hoje uma farsa na cidade inteira!

A ganância imobiliária é tanta na Ilha que um tucano inescrupuloso quer roubar da Universidade a terra que ocupa. Ignorando o trabalho e a importância de uma Universidade de excelência, reconhecida internacionalmente, gostaria certamente que a Universidade Federal de Santa Catarina fosse despejada para o Paraná ou para o Rio Grande do Sul.

Oportunistas, eleitoreiros e aventureiros transformam sofismas em verdade. O pior, nessa história sórdida, é constatar que contam com a colaboração, mansa e orquestrada, de setores acríticos da mídia e até de jornalistas desavisados.

Por uma eleição e pelo “poder”, maus políticos fazem qualquer negócio. Assim como estão afundando a Ilha e derrubando a Ponte Hercílio Luz, não pensam duas vezes para jogar na lixeira uma Instituição que há mais de 50 anos desenvolve o Estado e blinda o País com a sua cultura e os seus conhecimentos.

A UFSC, servidora incondicional da Nação e da sociedade, não pode se curvar nem se apequenar diante da política de balcão dos sucessores de Dário Berger!

Talvez fosse o caso de a União, através da Procuradoria Federal, acionar os detratores por danos inaceitáveis a uma instituição essencial à sociedade. Seria uma forma de fazer justiça contra tantas insanidades ora semeadas ao vento!

(*) Artigo publicado originalmente na página de Opinião do jornal Notícias do Dia na quinta-feira, 29 de março.

Moacir Loth
Jornalista

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Ocupação da reitoria da UFSC VITORIOSA!

Na última quinta-feira estudantes da UFSC decidiram em Assembleia Geral ocupar a reitoria por considerar insuficientes as medidas tomada pela reitoria desde o início do semestre, desde quando houve vários atos e uma semana de vigília. Após o reitor ter garantido o não corte de vagas no curso de economia e ter se posicionado pela abertura de diálogo por parte do governo federal em relação às reivindicações dos servidores técnico-administrativos, propôs na Assembleia aumentar o valor da Bolsa Permanência para R$ 420,00 reais (que não cobria o reajuste da inflação do período), no entanto, com o corte de 150 novas bolsas.

Após um dia de ocupação o movimento cresceu e os estudantes chamaram o reitor para uma mesa de negociação, demonstrando disposição ao diálogo. Nesse momento, a administração central se mostrou irredutível, fechando qualquer canal de negociação, dizendo que não negociaria com os estudantes até que desocupássemos a reitoria. Debatemos nossas propostas logo após a primeira reunião de negociação e determinamos que não sairíamos da reitoria sem tentar novamente uma abertura de diálogo e uma futura conquista. No terceiro dia de ocupação buscamos novamente o diálogo com o reitor e a segunda reunião mostrou que nossas expectativas com a futura negociação estavam corretas, pois o reitor ao fim da reunião ventilou uma proposta. Manteria o aumento da Bolsa Permanência de R$ 420 sem o corte das 150 novas bolsas. Compreendemos que era ainda muito insuficiente, além de não haver nenhuma garantia formal assinada pelo reitor.

Discutimos mais uma vez na ocupação e decidimos resistir, chamando mais uma reunião de negociação no quarto dia de ocupação. Como antes, as reuniões da ocupação só cresciam, contando em vários momentos com mais de uma centena de estudantes. A reivindicação do aumento estava pautada na inflação de 2008 a 2011 segundo dados do IBGE, valor calculado em R$ 441,04, o mínimo sem o qual não desocuparíamos a reitoria. Além disso, reivindicamos a criação de uma comissão paritária e permanente que discutiria o reajuste anual da bolsa permanência, uma audiência pública que avaliaria as propostas da referida comissão, a manutenção das 150 novas bolsas cortadas, garantia de todas as conquistas do movimento (manutenção do posicionamento contra o corte de vagas, calendário da conclusão das obras e o reconhecimento das reivindicações dos servidores e pela abertura de diálogo por parte do governo), além da garantia de não criminalização dos estudantes e/ou suas entidades que participaram da ocupação. Esta terceira reunião foi, na verdade, a única que realmente garantiu a negociação por parte da reitoria. Saímos dela com todas reivindicações assinadas, com exceção do aumento para R$ 441,04.

Após avaliarmos a proposta por escrito do reitor, a assembleia da ocupação decidiu fazer mais uma contra-proposta, demonstrando real abertura ao diálogo por parte do movimento. Nossa proposta era que o reajuste de 2012 da Bolsa Permanência partisse do mínimo de R$ 441,04. Fizemos a última conversa de negociação com o reitor por telefone e saímos vitoriosos!

Nossas vitórias:

1)      Reajuste imediato da Bolsa Permanência para R$ 420,00;
2)      Manutenção do edital que lança 150 novas Bolsas Permanência;
3)      Criação de uma Comissão Paritária Permanente para o reajuste anual da bolsa, com o mínimo de 5% (R$ 441) para início de 2012;
4)      Audiência Pública sobre os trabalhos da comissão;
5)      Garantia das conquistas do movimento estudantil acordadas previamente à ocupação da reitoria (posicionamento contra o corte de vagas, calendário de conclusão das obras);
6)      Reconhecimento das reivindicações dos servidores técnico-administrativos e pela abertura de negociação pelo governo federal;
7)      Não criminalização dos estudantes e/ou das entidades estudantis que realizaram a ocupação.

Esta luta é um exemplo e demonstra a força do movimento estudantil organizado. A ocupação é um instrumento de luta legítimo e muitas vezes necessário. A decisão que os estudantes tomaram em assembléia resultou em avanço nas conquistas e no fortalecimento do movimento estudantil.

Chamamos todos estudantes a seguir na luta, pois unidos teremos ainda mais vitórias.

sábado, 27 de agosto de 2011

Ocupação da REITORIA da UFSC


Assembleia Geral dos Estudantes da UFSC decidi ocupar a reitoria até o reajuste da bolsa permanência. O CONTRAPONTO está presente nesta luta!




quarta-feira, 29 de junho de 2011

Nota de apoio à chapa Da luta não me retiro



O Coletivo Nacional de Movimento Estudantil CONTRAPONTO apoia e colabora com a campanha da chapa 2 Da Luta Não Me Retiro, nas eleições para o Centro Acadêmico de História da UFSC.

Por defendermos um Movimento Estudantil autônomo, democrático e combativo, e conhecermos o trabalho de base realizado por este grupo, prestamos aqui nosso apoio.

Até porque sabemos que o movimento estudantil não pode isoladamente levantar a bandeira “História pela História”, pois todas as questões imediatas estruturais ou acadêmicas estão relacionadas com pautas gerais da universidade. E desse modo reconhecemos o caráter combativo e democrático da CHAPA 2, criada abertamente em convenções, e que da LUTA NÃO SE RETIRA, pois já demonstra isso na prática.

A eleição para o CA de História será realizado aos dias 31 de junho e 1 de julho e convidamos a todos os acadêmicos de história compor essa luta!

Acesse e conheça mais a chapa: http://www.dalutanaomeretirohst.wordpress.com/

Por ME autônomo, democrático e de LUTA!

CONTRAPONTO